19 de agosto de 2007

As marés

Não sabem os que não me conhecem a dor dos reencontros. Os reencontros com pessoas que me tocam. Que me levam no sentido limpido do olhar. Hoje reencontrei-me com um grande, grande amigo.

A vida leva-nos como se fosse uma maré - ora vaza, ora enche - e nós somos ondas de espuma que se esgotam no areal denso que nos acolhe na desesperança. E entre as vidas de cada um geram-se mundos diferentes. Ondas separadas que têm o único destino de morrerem na praia, tal qual como náufragos...

Quero acreditar que a vida nos leva para outros oceanos. Quero acreditar que numa vida existem várias vidas - como numa maré infinitas de ondas. E nesta convicção me mantenho, como se fosse o Lugar Convicto da minha vida!

E para o Grande Amigo tudo!...

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